Sobre Nós

Instituto Sepé Tiarajú

O Instituto Sepé Tiarajú é uma Associação Privada de Ijuí – RS, fundada em 05 de março de 2007. Nossa atividade principal é a organização e o acompanhamento de entidades sem atividade jurídica constituída, bem como o amparo de artistas independentes para que possam desenvolver suas atividades.

  • Representante legal do Grupo Vir a Ser Teatro;

  • Representante de músicos e grupos de dança independentes;

  • Representante de artesãos e costureiras;

  • Representante de profissionais que desenvolvem suas atividades por meio do Instituto, incluindo:

    • Sociólogos;

    • Atores;

    • Psicopedagogos;

    • Profissionais do Direito;

    • Professores;

    • Outros profissionais das áreas cultural e social.

Atividades e Representações

Certificações e Reconhecimentos

  • Certificação como Pontão de Cultura “Cultura Para Todos”;

  • Organização da Sociedade Civil (OSC) integrante do grupo de três entidades gestoras do Comitê de Cultura do Rio Grande do Sul.

Nossa Direção

Conheça quem Coordena o Instituto Sepé Tiarajú

Coordenadora Geral

Juliana Campoy

Vice - Coordenador

Alessandro dos Santos

Beti Lirio

Coordenadora Financeira

Projetos e Parceiros

Conheça nossos parceiros

Base Cinco
Vir a Ser Teatro

Nascido dos desejos de um coletivo de jovens ansiosos por fazer da arte seu instrumento de educação, de politização e de entretenimento, o Grupo Vir a Ser Teatro, de Ijuí/RS foi assim batizado em 27 de Março de 1991.Acreditando que “Vir a Ser” expressa a aceitação de que o ser humano é e está sujeito a constantes mudanças, porque vive e vivendo pode vir a ser e a fazer diferente assim está ajudando a produzir uma sociedade cada vez melhor de se viver.O Grupo Vir a Ser Teatro encenou, à época, dentre outras: “A Vida é Uma Mentira”, de Nelson Müller, “Jeremias o Herói”, de Oscar Von Pfuhl e uma adaptação da peça “Revolução da América do Sul”, de Augusto Boal, por Juca Batista à qual o grupo batizou de “Marmelada” fazendo história em sua andanças.

"Teatro é uma arma. Uma arma muito eficiente." Augusto Boal

Fundado em 2024, o Base Cinco nasce da essência das ruas, representando a cultura hip hop em sua forma mais autêntica. O grupo carrega em seu próprio nome sua identidade: o “B” de batida, o “A” de arte, o “S” de som, o “E” de expressão, e o “Cinco”, que simboliza o quinto elemento do hip hop — o conhecimento.

Reunindo dança, música e todos os pilares do movimento, o Base Cinco vai além da arte: é resistência, atitude e propósito, levando em cada passo, batida e rima a missão de manter o hip hop vivo e em constante evolução.

Teatre-se
Clube do Livro Utopia

O projeto TEAtre-se é um grupo de teatro que se encontra semanalmente, com a presença de pais e de suas crianças atípicas, em que toda a família se envolve nas atividades. Nas aulas, são desenvolvidas oficinas de jogos teatrais que, de acordo com Spolin (2008), desenvolvem liberdade de expressão ao mesmo tempo em que estabelecem regras, baseando os jogos em situações-problema que precisam ser resolvidos. Essas possibilidades de treinar problemas cotidianos de forma prática, tornam-se um ensaio para a vida real em que é permitido errar sem medo de julgamento.

O Clube do Livro Utopia nasceu em 2020, em formato online, em meio ao período da pandemia. Após um tempo em pausa, retomou suas atividades em 2025, agora de forma presencial, com o apoio do Instituto Sepé Tiaraju, onde ocorrem os encontros.Realizado uma vez por mês, o clube tem como propósito reunir mulheres para ler, compartilhar e refletir juntas sobre obras significativas, criando um espaço de troca, escuta e conexão através da leitura.

Mulheres Arteiras
CIA Gynga

A Cia Gynga é uma companhia de dança criada em 2024, residente no Instituto Sepé Tiarajú, na cidade de Ijuí (RS). Atua na pesquisa, criação e difusão artística em dança contemporânea, urbana e jazz, desenvolvendo trabalhos que dialogam com o corpo, o movimento e as múltiplas linguagens da cena atual.

A companhia investiga o corpo como território de expressão, identidade e comunicação, transitando entre diferentes estéticas e abordagens coreográficas. Seus processos criativos valorizam a presença cênica, a escuta coletiva e a construção de obras conectadas ao tempo presente.

Além da criação artística, a Cia Gynga busca fortalecer a cena cultural local e regional por meio de ações formativas, apresentações, performances, espetáculos e festivais de dança para circulação de seus trabalhos.

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